Aos leitores de alma, desejo calma, pois aqui tudo é retratado pouco-a-pouco. Há parcela imensa de mim aqui. À ponto disso ser mais do que sou. A memória não me deixa lembrar do passado, aqui ficam retratados o ontem o agora e o além. E quanto amanhã não mais houver a mim. Ainda sim continuará a criar. E cada dia brotar um pouco mais de mim.